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Benefícios do exercício físico para a saúde mental

Todo mundo sabe que o exercício praticado com regularidade é bom para o corpo. Mas o exercício também é uma das maneiras mais eficazes para melhorar sua saúde mental.

As pessoas que se exercitam regularmente tendem a fazê-lo porque lhes dá uma enorme sensação de bem-estar. Eles se sentem mais ativos ao longo do dia, dormem melhor à noite, notam melhorias na memória e se sentem mais relaxados e positivos sobre si mesmos e sobre suas vidas. 

O exercício é um método poderoso contra a depressão. Mas mais importante ainda, promove todos os tipos de mudanças no cérebro, incluindo crescimento neural, inflamação reduzida e novos padrões de atividade que promovam sentimentos de calma e bem-estar. Ele também libera endorfina, substância química poderosa para o cérebro que energiza seu espírito e faz você se sentir bem. Finalmente, o exercício também pode servir de distração, permitindo que você encontre algum tempo de silêncio para sair do ciclo de pensamentos negativos que alimentam a depressão.

O exercício é um tratamento anti-ansiedade natural e eficaz. Ele alivia a tensão e o estresse, aumenta a energia física e mental e melhora o bem-estar através da liberação de endorfina. Qualquer coisa que faça você se mover pode ajudar, mas você terá um benefício maior se você focar a atenção na atividade. Além de liberar endorfinas no cérebro, a atividade física ajuda a relaxar os músculos e aliviar a tensão no corpo. Uma vez que o corpo e a mente estão tão intimamente ligados, quando seu corpo se sente melhor, a sua mente também se sentirá.

Todos os exercícios físicos alcançam os mesmos resultados: liberação de hormônios, redução de estresse, promoção das interações sociais, aumento da autoestima e do bom humor, além de diversos benefícios para a saúde física. Beneficie a si mesmo e encontre um tempo para se exercitar regularmente.

Dependência Emocional – Você pode conhecer alguém com este transtorno

A dependência emocional é um transtorno psicológico que afeta não só quem o possui como também a pessoas com quem há o relacionamento. Esta condição comportamental e emocional afeta a capacidade do indivíduo de se relacionar.

Geralmente este distúrbio surge entre um casal, mas também há as exceções de quem depende de algum amigo ou parente. Torna-se algo muito difícil e de grande sofrimento tomar decisões sozinho, é como se não houvesse capacidade, e é preciso o auxílio de alguém que considere mais esperto ou que a pessoa julgue mais inteligente e confiável.

A dependência emocional se alimenta de convencionalismos sociais e culturais. Vivemos em uma sociedade que nos bombardeia com a ideia de que ter um parceiro é necessário para ser feliz. Assim, a dependência emocional nos mantém em relações que não funcionam. Ela faz com que muitos permaneçam em relacionamentos que não lhes fazem felizes, o que gera um mal-estar emocional significativo. Além disso, contribui para a inércia diante de problemas como a violência física ou psicológica.

A dependência emocional na maioria dos casos provém de uma fragilidade adquirida ainda na infância, no crescimento em uma família com muitos conflitos e pouco suporte para a criança. Excesso de regras, punições e falta de amparo, segurança, carinho e amor causam a grande dependência afetiva e esta pessoa procurará por quem supra sua carência e insegurança na fase adulta da vida, mas o oposto também pode despertar este transtorno.

Dicas para se tornar Menos Dependente

Trabalhe a sua autoestima; procure dividir o seu tempo com outras pessoas, como amigos mais próximos e familiares; procure programar o seu dia sem depender do parceiro para realizar as tarefas. E aos poucos aprenda a estar só. Entretanto, se não conseguir sozinho, está tudo bem procurar ajuda profissional. Aceitar um problema é o primeiro passo do tratamento, e tenha a certeza que se fortalecer individualmente só lhe trará crescimento pessoal e relacionamentos (amorosos ou não) estáveis e felizes.

Home Office – Como se adaptar a esta nova forma de trabalho

Com a recomendação do distanciamento social para minimizar os efeitos do coronavírus (COVID-19), muitas pessoas aderiram ao trabalho remoto. Mas em momentos assim, qual é a melhor maneira de maximizar a produtividade, manter uma boa saúde e manter a produtividade no home office durante a quarentena?

O importante é fazer as pausas, seguindo sempre um padrão, por mais difícil que seja, pois, estando em casa, tudo tem a tendência de nos distrair.

Outro fator não menos importante é fazer uma “conferência” em vídeo com os outros colegas do trabalho, aqueles de nosso cotidiano, para tomar café, trocar ideias, para se distraírem, etc. Essa seria uma pausa agradável para “jogar conversa fora”, assim como, seguindo este mesmo padrão, um hábito saudável.

Outra estratégia importante é o método Pomodoro, intercalando períodos de foco com pausas programadas. Desta forma, visa-se o rendimento, pois ajuda o cérebro a ter mais atenção e uma maior produtividade.

Também é importante praticar exercícios, relaxamento, meditação, ou outro método que descanse a mente.

No contexto atual, surgem sentimentos que acarretam a falta de motivação no trabalho e nos relacionamentos, ou seja, a sensação de vazio existencial, tristeza e falta de perspectiva de vida, gerando, com isso tudo, sentimentos apáticos e de procrastinação frente às atividades diárias.

É primordial, além de identificar os problemas relacionados à saúde emocional, também gerenciar suas atitudes para possíveis soluções diante dessas sensações que as pessoas, na maioria das vezes, não conseguem nomeá-las.

Dessa forma, a terapia vem de encontro para poder ajudar a manter atitudes que nos auxiliam e nos norteiam para encontrar as prováveis soluções que, no momento, estão confusas.